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  • Dennis Souza

Segunda Temporada de Jessica Jones | Primeiras Impressões

A Republika POP teve acesso antecipado aos cinco primeiros episódios da segunda temporada de Jessica Jones e já podemos adiantar nossas primeiras impressões sobre a volta da heroína a Netflix.

Jessica Jones está de volta, e com ela sua faceta de investigadora está mais forte do que nunca. Sua agência, a Codinome Investigações, finalmente está com as portas abertas e a disputa pelos serviços da Detetive Jones é acirrada. As notícias sobre o caso Killgrave se espalharam e renderam uma grande reputação a Jessica, fato que nem sempre tem um efeito positivo, afinal, um herói nunca é unanimemente herói.

Profunda e intimista, a segunda temporada de Jessica Jones ganha uma nova dinâmica – bem próxima a bem sucedida primeira temporada de Demolidor – ganhando respiros com plots secundários, mas sem abdicar do arco principal da personagem. A heroína passa por sua fase mais reflexiva e questionadora. Jessica acaba esbarrando em sua história de origem e se vê obrigada a lutar contra aquilo que a criou.

Jessica é sua grande vilã nessa temporada. Em meio a dilemas sobre heroísmo e o que é certo e errado, a investigadora está em sua fase mais amargurada. Com o pavio curto e completamente entregue ao álcool, a performance da personagem rende boas complicações e conflitos na narrativa. A interpretação de Krysten Ritter se torna mais “casca grossa”, e as diversas camadas atormentadas da personagem parecem engrossar ainda mais o caldo dramático da série.

Outros rostos conhecidos pelo público também estão de volta a série, como o de Trish Walker (Rachael Taylor), que nessa temporada ganha mais profundidade e agrega muito ao background da história. Correndo por fora, Jeryn Hogarth (Carrie-Anne Moss) também volta a cena com conflitos mais apurados e dilemas pessoais profundos.

Se por um lado a história ganha diversas camadas com Jessica e seus companheiros, por outro a série perde um pouco de seu fólego sem o estabelecimento de um grande vilão. É fato que Killgrave segurou as pontas na temporada anterior e dificilmente teremos um antagonista tão forte como o Homem-Púrpura. A nova ameaça está dissipada e ainda é incerto afirmar que caminhos o plot principal da trama irá traçar, mas a vilania Marvel sem dúvidas precisa de um bom candidato para manter a série em alto nível.

De forma geral, a série se torna mais densa e, consequentemente, mais interessante e dinâmica, mas ainda carece de um vilão carismático para não perder as estribeiras. Jessica Jones retorna com muitos méritos dramáticos, possivelmente um dos melhores entre as produções Netflix até aqui, mas ainda busca um terreno fértil para se firmar. Aguardemos os próximos episódios.


Jessica Jones estará disponível com todos seus 13 episódios em 8 de março, só na Netflix.

#Marvel #JessicaJones #RachaelTaylor #Netflix #killgrave #KristenRitter

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