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“Onde está o Boris” | Livro infantojuvenil aborda manterrupting, empatia e inclusão de c

A Piraporiando lança em maio ‘Onde está o Boris’, uma história divertida e cheia de aventuras sobre o desaparecimento de um gato. A trama aborda temas complexos como a quantidade de vezes que as meninas são interrompidas por meninos (manterrupting), empatia e inclusão. Todos esses desafios e sentimentos são retratadas por, principalmente, três personagens: Samantha, uma menina espevitada e com muitos amigos, Belinda uma menina inteligente e cheia de proatividade e Boris, um gato preguiçoso.

Com lançamento marcado para o dia 15/05, no Congresso Educacional Bett Educar, o maior evento para educadores da América Latina, e no dia 18/05, na Casa das Rosas, “Onde está o Boris’’ conta a história de um gato que sumiu, ou pelo menos que parece ter sumido. Samantha, uma garota pra lá de espevitada, se mete numa enrascada. Com sono, acaba não fechando a janela do quarto e no dia seguinte, ao acordar, não sabe onde foi parar o gato de sua madrinha. E assim começa uma aventura. Com a ajuda de seus amigos, Samantha começa a jornada investigativa para descobrir, afinal, onde está o Boris.

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Em meio a isso tudo, Belinda, uma das amigas de Samantha, tem uma ideia genial. O problema é que ninguém parece ter paciência de escutar o que ela tem a dizer. Janine Rodrigues, autora da obra e fundadora da Piraporiando, conta que a inspiração para escrever a história veio de acontecimentos que viveu na infância como sua paixão por gatos e a relação com sua sobrinha Samantha.

Ela é uma menina engraçada, destrambelhada e uma das pessoas que mais me faz rir. A Samantha do livro é um pouco dela e de mim mesma. Também me veio a lembrança das tantas vezes que tinha uma ideia legal mas que meus colegas não me deixavam falar. Ou quando eu queria fazer coisas que eram ditas ‘’coisas de menino’’ e por isso era ignorada – revela.

Personagem cadeirante: “exclusão não está no olhar da criança, e sim do adulto”

Outra questão abordada em ‘Onde está o Boris’ é o fato de Belinda ter ser uma personagem com deficiência (cadeirante). A trama não explora isso em formato de texto. Segundo a autora, a imagem e a postura da menina já falam muito sobre quem ela é, e isso basta. O restante é análise do leitor.

“Belinda é a representação de muitos amigos que tive e que tenho até hoje. Desde a infância até minha adolescência, só me atentava mais especificamente a uma deficiência de um colega quando um adulto dava ênfase a isso. No geral, para nossa turma, tudo fluía naturalmente. Sempre que algo parecia muito complicado ou impossível, esta percepção era sempre apresentada por um adulto e não por nós” destaca Janine Rodrigues.

Confesso que não gosto muito desta palavra. Me parece que algo está fora e alguém do alto de seu ‘’poder e importância’’, num ato de benevolência, traz esse algo para dentro. Não acredito nisso. Tudo está dentro. E em alguns casos, as pessoas operam a exclusão. Fazem de tudo para que alguns grupos se sintam fora. Não devemos praticar a exclusão. Acho certa soberba dizer que farei algo inclusivo. Trabalho para não deixar que a exclusão haja” Janine Rodrigues.

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, sentado

Serviço:

Entrada Gratuita

Data: 15 de Maio

Horário: 16h30

Local do Lançamento: Stand Piraporiando

Acessibilidade:

  1. Rampas de acesso

  2. Sanitários para pessoas portadoras de necessidades especiais

End: Transamerica Expo Center Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro-SP

#CongressoEducacionalBettEducar #JanineRodrigues #OndeestáoBoris #Piraporiando

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