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  • Dennis Souza

Anima Mundi 2018 | Conheça Alguns Destaques do Festival

O Anima Mundi, o maior festival de animação da América Latina está de volta às telas dos cinemas paulistas e cariocas a partir dessa semana. Em sua 26ª edição, o festival traz em sua programação mais de 400 produções dos mais variados estilos e gêneros, vindas de 40 países diferentes.

O festival tem estreia marcada para esse sábado, 21 de julho, no Rio de Janeiro. Já em São Paulo, o Anima Mundi começa em 1 de agosto e chega ao fim no dia 5. Para conferir os projetos participantes e os locais em que eles serão exibidos, acesse o site oficial do evento.

E para marcar o início do Anima Mundi 2018, o Republika POP assistiu antecipadamente dez curtas-metragem que devem ser destaques ao longo do festival e trazemos algumas opiniões breves para você saber o que esperar dessa edição. GUAXUMA

O primeiro curta-metragem da lista é uma co-produção brasileira e francesa, sem dúvidas deve ser um dos destaques do festival por sua complexidade e fluidez de técnicas. O curta mescla elementos em stop-motion, live-action, animação 2D e artes incríveis utilizando areia como base.

É um dos curtas mais bonitos em termos visuais, além de apresentar uma história tocante, cheia de saudosismo e que tem uma magnífica paisagem tropical como pano de fundo.

WEEKENDS

Com uma das narrativas mais sensíveis do festival, Weekends é um dos meus curtas favoritos dessa edição. A animação americana trata de assuntos delicados e que estão presentes na vida de muitas crianças.

O curta apresenta a realidade de uma família recém-divorciada pela perspectiva de um menino que constantemente recorre a seu mundo imaginário como fuga de sua rotina conturbada. Entre idas e vindas, mergulhamos em sua mente e captamos as diferentes perspectivas dessa fase de sua vida e como é difícil se adaptar a essa nova realidade.

A sensibilidade narrativa de Weekends é seu grande destaque e, sem dúvida, despertará uma variedade de emoções nos espectadores.

ANIMAL BEHAVIOUR

Com um conceito simples, mas muito divertido, Animal Behaviour chega ao Anima Mundi como um dos curtas mais engraçados do festival. O curta canadense apresenta cinco animais com realidades completamente diferentes e que se juntam em uma terapia em grupo para enfrentar seus instintos.

Explorando as diferenças entre as espécies e humanizando o comportamento animal, Animal Behaviour gera boas gargalhadas com seu humor inteligente e tiradas geniais.

LA FEMME CANON

Com uma pegada diferente que transita de uma leve comédia a um quase drama, La Femme Canon é um dos curtas mais pitorescos do festival. A co-produção entre Canadá, Suíça e França conta a história de Madeleine, uma mulher que trabalha ao lado de seu marido em um espetáculo itinerante onde é transformada em uma bala de canhão humana.

Levantando temáticas como a rotina de um casamento desgastado, egoísmo e vaidade, o curta tem uma narrativa bastante interessante e apresenta uma perspectiva pouco comum de um relacionamento que pode ser interpretada como uma metáfora à muitas relações reais de nosso mundo contemporâneo.

HAPINESS

Esse é um dos curtas que já está na boca do povo e chegou até a viralizar no facebook um tempo atrás. Com uma forte crítica ao comportamento consumista, Hapiness é o mais forte dos curtas do festival.

O curta inglês nos apresenta uma perspectiva bastante violenta de nossa realidade através de uma animação repleta de informações, com ritmo dinâmico e agressivo. Hapiness nos transforma em roedores incansáveis à procura da felicidade através de comportamentos irracionais e desumanos.

RIDE

Ride é uma co-produção entre Portugal e Inglaterra que homenageia os icônicos design de motocicletas dos anos 50 e 60. O curta mescla animação stop-motion ao live-action.

É um dos projetos mais curtos do festival mas funciona como um belo experimento de animação e um grande tributo às motos e seu lifestyle.

THE ORIGIN OF SOUND

The Origin Of Sound traz uma das ideias mais originais e complexas do festival. Imagine que todos os sons do universo foram editados e colocados na trilha sonora de nossas vidas manualmente através de animações preexistentes. Essa é a premissa básica do projeto de origem belga e holandesa que mescla live-action com stop-motion e diversos outros tipos de animação.

Com uma direção de arte bem estilizada, uma bela atmosfera de tensão e uma narrativa mais complexa, The Origin Of Sound é um dos curtas mais diferenciados do Anima Mundi.

TAKE RABBIT

Essa produção britânica é um dos curtas mais divertidos do festival. Uma história simples envolvendo um velho canoeiro que transporta uma raposa, um coelho e um repolho pelo rio, e acaba ligado a uma discussão sobre relacionamento, convívio e atitudes.

Take Rabbit tem uma das animações mais fofas do Anima Mundi e, de quebra, uma narrativa muito anedótica e jocosa.

(OO)

A brincadeira neste curta já se inicia em seu nome, que representa nada mais, nada menos, que nossas narinas. (OO) é uma grande brincadeira com todo processo que envolve o espirro e as sensações causadas por esse fênomeno da natureza.

O curta, que é um dos de menor duração do festival, é bastante divertido e se você, como eu, sofrer de rinite, provavelmente irá se identificar muito.

COUCOULEURS

Esse curta infantil é um produção suíça que trabalha temáticas como aceitação e bullying. Em uma ilha onde só vivem pássaros de uma única cor, surge um jovem passarinho de dupla tonalidade que busca um espacinho para se encaixar em meio às outras espécies.

De forma lúdica e bastante didática, Coucouleurs deve ser um dos curtas preferidos das crianças durante o festival.

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